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Ficha rosa: conheça o agenciamento das acompanhantes de luxo

Ficha Rosa
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Ficha Rosa

Há algum tempo, a expressão Ficha Rosa popularizou-se no Brasil através de novelas e reportagens que cobriram o tema. Em meios de eventos e feiras, no entanto, o termo já é conhecido há muitos anos.

A prática da ficha rosa é utilizada há bastante tempo como uma forma de agradar em um âmbito pessoal os participantes de eventos – geralmente, executivos e empresários de alto nível, onde as modelos que participam do evento que fazem a chamada ficha rosa disponibilizam-se a realizar programas.

Supostamente, fala-se que a expressão surgiu do fato de que modelos que praticavam este serviço eram colocadas em um pasta rosa, para identifica-las. Há histórias, ainda, que dizem que a expressão surgiu do fato de que, em alguns eventos, as modelos literalmente andavam com pulseiras rosas ou brancas para definir o tipo de trabalho que realizavam.

Qualquer que seja sua origem, o que se sabe é que a prática é bastante popular no segmento de evento. Entenda mais sobre a prática da ficha rosa, as diferentes classificações de fichas e o que diz a lei a respeito do assunto:

O que é a prática da “ficha rosa”?

A ficha rosa é, de forma resumida, uma atribuição dada a modelos que aceitam realizar programas durante ou após um evento comercial. Agências organizadoras de eventos que fazem esta prática distinguem as modelos dispostas a ir além com um chamado contrato de ficha rosa.

Muitas vezes, a inclusão de modelos que estejam de acordo com estes termos é solicitada por clientes, para que sua apresentação tenha um diferencial de cunho pessoal ao agradar seu público alvo.

Obviamente, nem toda agência de organização de eventos realiza a distinção do serviço. Algumas incluem meninas que declaradamente realizam o serviço, mas afastam-se de qualquer participação no agenciamento.

O fato é, no entanto, que a prática da ficha rosa é muito comum em eventos de grande porte, onde o sexo passa a ser um atrativo comercial para aumentar as chances de realização de um negócio de grande volume.

O que é ficha azul?

Além da ficha rosa, existe – em menor escala – o serviço de ficha azul. A ficha azul nada mais é do que a versão masculina da ficha rosa. Isso significa que trata-se de um serviço onde modelos homens disponibilizam, além das funções normais do evento, serviços sexuais para mulheres, ou – dependendo do caso – outros homens que participam do evento.

E a ficha branca?

A ficha branca, como se pode presumir, é a modelo ou o modelo que pretendem trabalhar apenas na divulgação do evento, sem incluir a parte sexual do serviço. Ficha branca é, portanto, o modelo profissional que pretende trabalhar apenas como modelo, e não está acessível de forma erótica para os participantes do evento.

Agenciamento de ficha rosa é legal?

Há poucas dúvidas a respeito da ilegalidade do agenciamento de ficha rosa em eventos. No Brasil, o ato de prostituir-se, em si, não configura um crime. Embora não seja uma profissão regulamentada e adequada legalmente em alguma norma definida, é uma atividade reconhecida pelo Ministério do Trabalho, desde que realizada voluntariamente por maiores de idade.

O agenciamento ou a facilitação da prostituição, por outro lado, é considerado crime. Na prática, qualquer tipo de exploração, indução ou atração de alguém para a prostituição é considerado ilegal. Por isso, se agenciadores e organizadores do evento incluem deliberadamente modelos ficha rosa ou ficha azul reconhecendo isso como parte relevante de seu trabalho, trata-se de um crime.

O crime, vale ressaltar, é sempre do agenciador, e nunca da pessoa que se prostitui. Quem realizar o ato voluntariamente sem agenciamento, está protegido pela lei, desde que seja maior de idade.

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