Aminograma: como analisar?

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O termo aminograma não é exatamente conhecido de muitas pessoas, mesmo aquelas que possuem bastante conhecimento a respeito de suplementação esportiva. Normalmente, o nome é associado à análise da qualidade de Whey Protein ou outros tipos de proteína, mas estes dados nem sempre são fornecidos de maneira completa pelos fabricantes.

Quando são fornecidos, no entanto, é comum que não tenhamos o conhecimento necessário para desenvolver uma análise suficiente a respeito de seu conteúdo, o que gera alguma confusão.

Entenda o que é um aminograma, e como analisar seus dados:

O que é um aminograma?

Um aminograma é a avaliação de quais aminoácidos estão presentes em um certo alimento, ou suplemento. No caso de praticantes da musculação que utilizam os suplementos, o aminograma é a tabela que (às vezes) está presente no Whey ou em outra fonte proteica, determinando quais os aminoácidos presentes em sua composição.

O que isso quer dizer, na prática, é a quantidade de cada um dos mais de 20 aminoácidos principais para o nosso corpo, além de todos os outros complementares. Quando utilizamos suplementos, a intenção geralmente é o aumento da massa muscular, mas estes aminoácidos podem ser utilizados para uma série de benefícios adicionais.

Eles podem ser divididos em grandes grupos, que resumem-se a aminoácidos essenciais, condicionalmente essenciais e não essenciais. Cada um é composto por uma série de aminoácidos, com usos e funções específicas.

Aminoácidos essenciais

Aminoácidos essenciais são todos aqueles que o nosso corpo necessita para manter-se saudável, mas não é capaz de produzir por si só. São essenciais não apenas no corpo, mas essenciais na alimentação. São estes que devem ser nossa prioridade, de maneira geral, uma vez que não podem ser produzidos internamente.

Uma proteína da alto valor biológico é uma proteína rica em aminoácidos essenciais, tanto em relação à quantidade, quanto em relação à variedade deles. A proteína do soro do leite e a proteína da carne vermelha, por exemplo, são consideradas de alto valor biológico em função disso.

Entre os principais tipos de aminoácidos essenciais, destacam-se a Leucina (ou L-leucina), a isoleucina, a valina, a lisina, a metionina, a treonina, a fenilalanina e o famigerado triptofano. Em um aminograma, é por estes nutrientes que você deve estar procurando com mais interesse.

Aminoácidos condicionalmente essenciais

São aqueles aminoácidos que, em geral, podem ser sintetizados pelo corpo humano. É comum, no entanto, que certas condições de saúde ou fases biológicas façam com que o corpo não os produza. Neste caso, é necessário que estes aminoácidos sejam consumidos diretamente de forma complementar, a depender de quais tipos tiveram sua síntese prejudicada.

Entre estes aminoácidos, encontram-se a arginina, a cisteína, a tirosina, as histidina e a serina. Em situações de um organismo normal, pode-se considerar os aminoácidos condicionalmente essenciais como não essenciais, uma vez que o corpo é capaz de realizar sua síntese de maneira adequada.

Em um aminograma, estes nutrientes devem ser interpretados de forma semelhante ao próximo grupo a ser interpretado.

Aminoácidos não essenciais

O fato de um aminoácido ser considerado não essencial não quer dizer que o corpo não precise dele. Pelo contrário – são absolutamente essenciais para o corpo. O que os torna “não essenciais” diz respeito ao fato de não ser necessário consumi-los na dieta, uma vez que nosso organismo o produz naturalmente.

Isso muda, é claro, caso precisemos de uma maior dosagem destes nutrientes em nossos corpos, como é caso da glutamina, por exemplo, muito suplementada, mas produzida pelo corpo humano. Exemplos de aminoácidos não essenciais são a alanina, a asparagina, o ácido aspártico, a glutamina, o ácido glutâmico, a glicina e a prolina.

Em um aminograma, são importantes, mas não devem basear sua escolha. Os aminoácidos não essenciais devem representar menos do que os essenciais, que devem estar em torno de 30% da fórmula.

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