Kunyaza: saiba tudo sobre a masturbação feminina a dois

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Kunyaza

A Kunyaza é uma prática sexual de Ruanda, desenvolvida para facilitar a obtenção do orgasmo feminino durante o sexo, ou simplesmente como resultado de masturbação. A parte mais interessante da prática é que ela deve ser feita em casal, pois utiliza o pênis como instrumento da prática.

De forma resumida, a Kunyaza é feita através de técnicas e esfregar e bater o pênis sobre a região do clitóris e da vulva antes da penetração para aumentar o desejo feminino e preparar seu corpo para um sexo intenso. Em seguida, a alternância de movimentos de penetração e movimentos circulares em diferentes profundidades da vagina estimulam o ponto G, favorecendo a obtenção de um orgasmo e, até mesmo, ejaculação.

Em Ruanda, a Kunyaza é utilizada junto à prática da Gukana, que envolve o desenvolvimento de regiões internas da vagina para aumentar o contato e a fricção com o pênis.

Uma prática com tradição

Segundo a tradição local, a técnica data de quase dois séculos atrás, durante a terceira dinastia monárquica de Ruanda. Fala-se que a rainha demandou que um de seus guardas fizesse sexo com ela, durante a ausência do rei em uma campanha militar. Nervoso com as possíveis consequências do ato, o guarda tremia descontroladamente, a ponto de não conseguir penetrar.

Em vez disso, o pênis ereto batia e era friccionado com o clitóris e as regiões ao seu redor. Isso estimulou a rainha, que lubrificou-se de forma intensa e teve orgasmos, nomeando o fenômeno de Kunyaza. A partir desta história, fala-se que as mulheres de Ruanda são capazes de expelir líquidos durante o sexo, quando praticam a Kunyaza.

Como praticar a Kunyaza?

O movimento mais simples e prático, passado há mais de 150 para a iniciação da técnica não exige muita habilidade. O homem pega seu pênis e utiliza a ponta para dar “tapas” gentis na região do clitóris da mulher.

Além de bater gentilmente, pode-se “esfregar” o pênis em movimentos rítmicos e de zigue-zague. Se a mulher preferir ou o homem estiver cansado, ela própria pode pegar o pênis do parceiro e utiliza-lo para estimular-se com as mesmas técnicas.

É importante haver lubrificação,  para evitar que a região esteja excessivamente sensível. A prática pode ser feita com ela deitada ou com ambos sentados, com a mulher sentada sobre o colo do homem, de frente para ele.

Avançando na prática

Com o tempo, pode-se partir para a etapa mais complexa da Kunyaza, que ocorre com o pênis dentro da vagina. Nesta situação, deve segurar a base do pênis e fazer movimento circulares ou laterais para estimular a vagina por dentro. Ocasionalmente, varia-se a movimentação do pênis com movimentos convencionais de penetração, para gerar diversidade de estímulo.

Um caminho em potencial para o squirting

Quando realizado com precisão, o Kunyaza é capaz de gerar um orgasmos com ejaculação em mulheres, que é ocidentalmente chamado de “squirt”. Fala-se que foi exatamente este o efeito sentido pela rainha de Ruanda, que deu nome à prática.

Na verdade, Kunyaza significa “urinar”, na língua local. Obviamente, não a ejaculação feminina não se trata de urina, mas do despejo de fluidos produzidos durante o ato sexual.

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